terça-feira, 26 de junho de 2012

Crise e Inovação - Albert Einstein

Postado por: O Criador & Criatura

Crise e Inovação - Albert Einstein

Vi no blog Inovação e Estratégia. :)

Crise e Inovação - Albert Einstein
"Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos.

A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias.

Quem supera a crise, supera a si mesmo sem ficar “superado”.
Quem atribui à crise seus fracassos e penúrias, violenta seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que às soluções.

A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis.

Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo.

Em vez disso, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."

(Albert Einstein)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Pedro Lobo: 80 anos de um verdadeiro herói brasileiro: VIDA LOUCA ESTA DE PEDRO LOBO

Pedro Lobo: 80 anos de um verdadeiro herói brasileiro: VIDA LOUCA ESTA DE PEDRO LOBO: Pedro autografa sua biografia Pedro Lobo de Oliveira nasce em 28 de julho de 1931 no bairro de Favorita, mu...

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Conheça 10 invenções que a ficção científica inventou

Postado por: O Criador & Criatura


Conheça 10 invenções que a ficção científica inventou

 

Toda ficção científica tenta adivinhar o futuro - e às vezes acerta na mosca. 
De robôs à bomba atómica, passando por satélites, viagem à Lua. Conheça os avanços tecnológicos antecipados por mentes férteis.





10-Viagem à Lua
 
Imaginada em: 1865, no livro De La Terre à la Lune, de Júlio Verne.
 
Realizada em: 1968, astronautas orbitam a Lua; 1969, astronautas na Lua.
 
Na história inventada por Verne, 3 sujeitos se lançam à Lua em uma espaçonave disparada por um canhão de 275 metros. Quase 100 anos antes de Yuri Gagarin se tornar o primeiro homem a sair da Terra, Verne se aproximou da realidade. O Francês também acertou o número de tripulantes, previu a falta de peso no espaço, as dimensões da cabine e a base de lançamento - Flórida, pela proximidade do Equador, onde a Terra gira mais rápido. Finalmente, propôs que, na volta, a nave pousasse na água. Mas errou feio na maneira de pôr a nave em órbita, certo? Nem tanto: cientistas querem criar um canhão semelhante ao do livro para lançar cargas rumo à Estação Espacial Internacional.
 
 
09-Porta automática
 
Imaginada em: 1899, no livro When the Sleeper Wakes, de H.G. Wells.
 
Realizada em: 1954.
 

 
No livro, um cara entra em coma em 1897 e acorda em 2100, encantado com as novidades tecnológicas. Entre elas, uma estreia na literatura: portas que se abrem quando alguém se aproxima e se fecham quando a pessoa se afasta. No mundo real, elas surgiram muito antes, na ventosa cidade de Corpus Christi, no Texas, onde portas viviam batendo e quebrando. Para sanar esse problema, um dupla de vidraceiros locais inventou um sistema de portas accionadas por um sistema sob tapetes. Patenteadas em 1954, chegaram ao mercado em 1960.
 
 
08-Robôs
 
Imaginados em: 1921, na peça Robôs Universais de Rossum, de Karel Capek.
 
Realizados em: 1961, linhas de produção da GM.
 
 
A peça checa é célebre por criar o termo "robô" (de robota, "trabalho forçado" em checo) para nomear homens-máquina. Já a "robótica" veio em 1941, com Isaac Asimov, que foi fundo no assunto, criando leis e prevendo conflitos éticos da convivência entre a inteligência natural e a artificial. Essas máquinas feitas à semelhança do ser humano, androides, ainda não existem. Mas, de maneira geral, considera-se que o Unimate, uma máquina criada em 1961 e utilizada na GM para lidar com placas quentes de metal, tenha sido o primeiro robô como os imaginamos hoje.
 
 
07-Bomba atômica
 
Imaginada em: 1895, no livro The Crack of Doom, de Robert Cromie.
 
Realizada em: 1945, primeira explosão em teste nos EUA.
 

 
Apenas dois anos depois da descoberta do elétron, o autor irlandês imaginou uma bomba capaz de libertar a energia que mantém unidos os átomos de uma molécula e que "levantaria 100 mil toneladas a quase 2 milhas de altura". A ideia de uma arma superpotente é tão clichê quanto um vilão de Austin Powers, mas o método descrito por Cromie era bastante lógico e curiosamente parecido com as bombas que seriam criadas 50 anos depois, que libertam a energia contida dentro dos próprios átomos. No entanto, a busca por uma bomba atômica foi uma evolução natural diante do avanço científico da época, especialmente diante da realidade da 2ª Guerra Mundial. Se o Projeto Manhattan envolveu cientistas responsáveis pela descoberta da física quantica, Cromie falava ainda na "energia etérea" presa nos elementos da Terra.
 
 
06-Satélite
 
Imaginado em: 1945, no artigo Extra-Terrestrial Relays, de Arthur C. Clarke.
 
Realizado em: 1963.
 

 
Em um artigo publicado pela revista Wireless World, em outubro de 1945, Arthur C. Clarke descreveu um conceito onde 3 estações espaciais realizariam uma órbita geoestacionária (onde um objeto parece parado no céu, em relação à Terra). Assim, seria possível enviar sinais de rádio, telefone ou televisão, por exemplo, de qualquer lugar do mundo para outro. Isso só foi possível 6 anos depois do Sputnik, quando o Symcom 2 foi lançado pela Nasa para ser usado em telefonia de longa distância. Hoje, mais de 300 satélites geoestacionários orbitam a Terra - eles ficam a 36 mil km de altura, enquanto os outros geralmente estão a algumas centenas de quilômetros. O autor de 2001 - Uma Odisseia no Espaço acabou sendo reconhecido: hoje, a órbita geoestacionária é também conhecida por órbita Clarke, bem como a pequena faixa de espaço sobre o Equador onde é possível manter tal órbita é chamada de cinturão Clarke.
 
 
05-Colchão D`água
 
Imaginado em: 1961, no livro Stranger in a Strange Land, de Robert Heinlein.
 
Realizado em: 1968.
 
 

Em 1968, quando o estudante de design Charles Hall tentou patentear um colchão preenchido com água - já havia tentado versões com maisena e gelatina -, enfrentou problemas. Motivo: a tal "cama d’água" já havia sido descrita em um livro de Robert Heinlein, em que um garoto nascido e criado em Marte usa uma "cama hidráulica" para se adaptar à pressão atmosférica e à gravidade terrestres. O inventor teve a patente negada por causa da ficção.
 
04-Urna electrónica
 
Imaginada em: 1975, no livro The Shockwave Rider, de John Brunner.
 
Realizada em: 1996, Brasil e EUA.
 

 
Na realidade imaginada por Brunner, as informações de todos os cidadãos estão em uma rede governamental manipulada pelos poderosos. Eis que um hacker cria um programa que disponibiliza todas as informações secretas do governo para quem quiser acessá-las. O último acto do programa é criar um plebiscito nacional, com votos através dos telefones, em que a população deve decidir se o sistema será mantido - o final a gente não conta. O curioso é que a votação é criada por um hacker, enquanto na vida real eles são justamente os caras mais temidos desde que as máquinas de votação direta surgiram na década de 1990.
 
 
 
03-Home Theater
 
Imaginado em: 1953, no livro Fahrenheit 451, de Ray Bradbury.
Realizado em: anos 90.
 

 
Em sua obra mais popular, Bradbury imagina os EUA dos anos 90 como uma sociedade hedonista e anti-intelectual, onde os livros estão proibidos e são queimados se descobertos por bombeiros. Nesse mundo, todo trabalhador sonha em comprar sua "televisão de parede", uma sala com projeções 3D e um sistema de som multicanal, onde as pessoas se sentem imersas na transmissão de espectáculos musicais ou competições que testam seu conhecimento sobre cultura popular, e onde os actores de suas séries preferidas são chamados de família. Hoje, essa descrição parece apenas um pequeno exagero - inclusive, alguns diriam, no que trata da qualidade da programação e da relação das pessoas com personagens fictícios. Porém, quando Fahrenheit foi lançado, em 1953, a televisão colorida havia sido lançada nos EUA fazia apenas 3 anos e ainda era extremamente cara. Tecnologias como o laserdisc e sistemas de som multicanal, que iriam tornar possível os home theaters, só surgiram na década de 1980.
 
 
02-iPad
 
Imaginado em: 1966, série Jornada nas Estrelas.
 
Realizado em: 2010, pela Apple.
 

Os tablets podem ser vistos em vários filmes e séries de ficção científica, geralmente na mão de engenheiros ou cientistas. A antiga aparição dessa engenhoca é na série original de Jornada nas Estrelas, de 1966. No livro 2001, escrito por Arthur C. Clarke em 1968, baseado no script que escreveu para o filme de Stanley Kubrick, o protagonista utiliza algo chamado Newspad, um computador usado basicamente para exibir conteúdo como jornais, atualizados automaticamente, durante uma viagem. Protótipos de tablets existem desde a década de 1990, mas o mundo certamente vai relacionar seu surgimento com o lançamento do iPad, da Apple, em fevereiro deste ano.
 
 
01-Internet
 
Imaginada em: 1984, no livro Neuromancer, de William Gibson.
 
Realizada em: anos 90
 
 

O "ciberespaço" descrito em Neuromancer lembra mais o mundo do filme Matrix - as pessoas se conectam fisicamente à rede de computadores, numa imersão completa – ser apanhado hackeando bancos de dados do governo e de empresas pode resultar em dor ou mesmo morte. Mas a visão de uma rede mundial de computadores e bancos de dados conectados entre si, à disposição de qualquer pessoa, era absolutamente inovadora em uma época onde computadores pessoais ainda eram um luxo. Ainda que o livro de Gibson não estivesse na cabeça de Tim-Berners Lee em 1989, quando este propôs a criação do serviço de hipertextos que viria a se tornar a web, a importância da obra na maneira como ela se desenvolveu é unanime. Quando a web começou a surgir, no início da década de 1990, as interacções e oportunidades possibilitadas pelo "ciberespaço" de Gibson passaram a ser não só uma incrível previsão mas um objetivo a ser alcançado, servindo como plano de desenvolvimento para a tecnologia.
 

domingo, 5 de junho de 2011

O residente Dr. Morte

Postado por: O Criador & Criatura


Jack Kevorkian
Jack Kevorkian
Nascimento26 de maio de 1928
Pontiac
Morte3 de junho de 2011 (83 anos)
Detroit
NacionalidadeEstados Unidos Estadunidense
Campo(s)Medicina

Jack Kevorkian (Pontiac, Michigan, 26 de maio de1928 — Detroit, 3 de junho de 2011) foi um médicoestadunidense.
Mundialmente conhecido por sua luta para fazer do suicídio assistido um direito de todos. Médicopatologista aposentado que inventou a “máquina do suicídio”, Kevorkian ajudou mais de 130 doentes terminais dos Estados Unidos a pôr um fim aos seus sofrimentos. Ganhou o epíteto de Dr. Morte.

Índice

 

]O residente Dr. Morte

Jack Kevorkian, filho único de refugiados armênios, concluiu o segundo grau com 17 anos de idade e ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade de Michigan, onde se graduou em 1952 como médico patologista.
Ele ganhou o apelido Dr. Morte logo no início de sua carreira, ainda como médico residente, ao fotografar os olhos de pacientes mortos para experiências. Naquela época, defendia que os órgãos de pacientes mortos fossem retirados e utilizados em transplantes e, por conta disso, foi convidado a deixar a residência médica.
Em 1970, após publicar alguns trabalhos controvertidos, Kevorkian se tornou chefe da patologia do Hospital Geral de Saratoga, em Detroit. Ele permaneceu nesse cargo até ao fim da década de 1970, quando abandonou sua carreira como patologista.

]Suicídio assistido

Nos anos 80 Kevorkian passou a se dedicar aos suicídios assistidos para ajudar doentes terminais a pôr um fim às suas vidas. Sua crença era de que as pessoas tinham o direito de evitar uma morte sofrida e demorada e terminar suas vidas com a ajuda de um médico que lhe assegurasse uma morte tranquila. Segundo um cronista, Kevorkian amava a eutanásia com o mesmo entusiasmo com que algumas pessoas amam o futebol.
Em 1988 ele construiu a máquina do suicídio que possibilitava aos pacientes a cometer suicídio apertando um botão que liberava uma série de drogas no organismo. Após as autoridades médicas de Michigan revogarem a licença médica de Kervokian em 1991, ele não pôde mais prescrever drogas e passou a usar monóxido de carbono em seus suicídios assistidos.
Em junho de 1980 prestou assistência ao suicídio de sua primeira paciente, Janet Adkins, dePortland, Oregon. Ela tinha 54 anos e sofria do Mal de Alzheimer. Alguns dias depois, um juiz de Michigan indiciou Kevorkian. Em dezembro de 1990 as denúncias de assassinato contra Kevorkian pela morte de Janet Adkins foram arquivadas, o que encorajou Kevorkian a ajudar mais de 130 pessoas a morrer.
Um dos casos deixou muitas dúvidas na opinião pública quanto aos critérios adotados pelo médico. Rebecca Lou Badger, 39 anos, era tida como portadora de esclerose múltipla. Morreu assistida por Kevorkian. Feita a necrópsia, não foi constatada qualquer evidência da doença que teria sido utilizada como justificativa para terminar com a sua vida.

]Ações judiciais

Legisladores e promotores tentaram criar obstáculos às ações de Kevorkian. Em 1993 o Poder Legislativo de Michigan baixou uma lei que tornava crime alguém fornecer conscientemente a outra pessoa os meios para cometer suicídio, com pena de quatro anos de prisão. A Suprema Corte de Michigan declarou em dezembro de 1994 que a lei era constitucional. Kevorkian enfrentou julgamento por quatro vezes por denúncias de suicídio assistido, sendo absolvido em três processos e tendo um julgamento anulado por falhas processuais.
No entanto, em março de 1999, Kevorkian enfrentou um julgamento por acusações de homicídio em vez de suicídio assistido. Thomas Youk estava morrendo de uma doença que não permitia a ele próprio administrar as drogas, o que teve que ser feito por Kervokian. O médico documentou a morte de seu paciente em vídeo, que foi ao ar num dos programas de maior audiência da televisão americana, o 60 Minutes, no dia 22 de novembro de 1998. Kevorkian foi denunciado por homicídio qualificado três dias depois.
Neste julgamento, Kevorkian dispensou o advogado que o havia defendido nos casos anteriores e insistiu em se defender pessoalmente. Quando o juiz decidiu que a viúva e o irmão de Thomas Youk não podiam depor como testemunhas, Kevorkian ficou sem argumentos de defesa e foi condenado pelo júri por homicídio simples a 25 anos de prisão, mas com direito a liberdade condicional a partir de 2007, por causa de sua idade avançada. Kevorkian admitiu ter ajudado mais de 130 pessoas a se suicidar, mas insistiu em afirmar que não havia matado diretamente a ninguém.
A história de Kevorkian foi contada num documentário cinematográfico de 2005, com direção da vencedora do Oscar, Bárbara Kopple.
A HBO realizou em 24 de abril de 2010 a exibição de “You Don’t Know Jack” (Dr. Morte, no Brasil), onde o papel do personagem principal, o polêmico médico, é vivido por Al Pacino. Susan Sarandon faz o papel de Janet Good, ativista defensora da eutanásia que usa os serviços do médico ao descobrir que está com câncer terminal.

]Morte

Jack Kevorkian, o Dr. Morte, morreu em 3 de junho de 2011[1] aos 83 anos, na região de Detroit. Segundo um amigo, a morte foi "tranquila" e ele não sofreu dor.